Uma história de vida

Uma história de vida

Chama-se Manuel Nunes Ferreira, tem 72 anos, vive em Machico. É, ainda hoje, o Adjunto Ferreira, o ...

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QUEM ÉS TU? …

QUEM ÉS TU? …

“A abnegação é o mais nobre dos sentimentos.” João DE DEUS .   Quem és tu que tanto ...

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Quando os objectos são memória…

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Não. Já não se usa. Mas estes objetos faziam parte do dia-a-dia dos quartéis de bombeiros. Ao ...

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Outra memória

Outra memória

A 25 de agosto de 1947, a cidade do Funchal festejou com “modéstia mas significância” o dia ...

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Sobre a palavra “Bombeiro”

Sobre a palavra “Bombeiro”

A origem do vocábulo “bombeiro” tem, indubitavelmente, origem na língua francesa, no seu ...

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Soldados da paz

Soldados da paz

É quando chega o verão que nos lembramos mais dos soldados da Paz. Associamo-los, sobretudo, aos ...

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Memória das Gentes que fazem a História.

roma-fruto450x338Como [se fosse] uma romã

A romã é a Memória das gentes, das Mobilidades e da Autonomia. Una, coroada, é composta por uma multiplicidade de sementes que se guardam em bolsas individuais (histórias de vida), ligadas entre si, por uma membrana branca (documentos e registos) que as organiza.
Cada pessoa, com a sua história, com os retratos, os objetos e os documentos que foi guardando, ao longo da vida, contribui para esta Memória coletiva. A casca da romã transforma-se, então, num guarda-memória das memórias das gentes. Só então, a História fica completa, porque com gente dentro e com alma dentro da gente.
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Memória: Um projeto com três dimensões

MEMÓRIA (das gentes que fazem a História) dá protagonismo ao indivíduo, enquanto agente do processo histórico. Preservar e transmitir valores e experiências, salvaguardando a memória individual e coletiva constitui a missão de fixar este registo nas páginas da História da Madeira.

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NONA ILHA é o registo da diáspora dos madeirenses e dos porto-santenses. Estamos a reunir, registar e guardar histórias de vida, cartas, postais, fotografias, documentos. Da união entre os que partiram e os que ficaram é possível criar uma sociedade diferente, onde todos têm lugar.

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Memória da AUTONOMIA regista e salvaguarda os testemunhos e as vivências dos madeirenses, de ontem e de hoje. Perpetuar essas vozes e anseios é um dever de todos. A História da Autonomia faz-se a cores, com pessoas, sentimentos, desejos e também desilusões.

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Uma história de vida

Manuel Nunes Fereira 01

Chama-se Manuel Nunes Ferreira, tem 72 anos, vive em Machico. É, ainda hoje, o Adjunto Ferreira, o número Um da Corporação dos Bombeiros Municipais daquela cidade. Sentamo-nos a falar dos anos 70, quando se tornou “pronto” com um grupo de 10 ou 15 rapazes que tiveram de vir ao Funchal, “a um esqueleto que havia no Campo da Barca” para …

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QUEM ÉS TU? …

Bombeiros CLobos Destaque

“A abnegação é o mais nobre dos sentimentos.” João DE DEUS [Dedicado à briosa Corporação dos Bombeiros Municipais, na noite …

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Quando os objectos são memória…

Bombeiros Capacete Dest

Não. Já não se usa. Mas estes objetos faziam parte do dia-a-dia dos quartéis de bombeiros. Ao toque da sirene, …

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Outra memória

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A 25 de agosto de 1947, a cidade do Funchal festejou com “modéstia mas significância” o dia do Bombeiro. A …

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Sobre a palavra “Bombeiro”

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A origem do vocábulo “bombeiro” tem, indubitavelmente, origem na língua francesa, no seu vocábulo “pompier”, produto de um outro mais …

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Soldados da paz

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É quando chega o verão que nos lembramos mais dos soldados da Paz. Associamo-los, sobretudo, aos fogos florestais. Nem sempre, …

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Newsletter 55. Na’me esquece

Memoria News 55 Capa

Na’me esquece. Chama-se assim aquela que é a mais recente publicação do Projeto Memórias. Ao longo deste mês de maio, …

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Jana

Jana

Jana fez-se rapaz. Assim, sem escolha. A vida escolheu por ele. Começou na mergulhança pela mão do Anão. Não havia …

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Cartas: António e Margarida

Carta De D.

1974 abril. António (nome fictício) está em Moçambique, na tropa. Margarida (nome criado, também) estuda e trabalha na Madeira. São …

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16 de maio – Dia Internacional das Histórias de Vida

DIHVida 08

No CEHA, a tarde de 3ª feira  foi de histórias, de memórias, de vidas contadas e cantadas. Dos Açores, veio …

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Caderno Memória 04: Eu tenho uma carta escrita

C Memoria 04 Carta Capa

Entre 1924 e 1933, Cândido Pamplona Forjaz e Maria do Livramento Lacerda Mesquita Abreu trocaram cartas entre Lisboa, os Açores, o …

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