Ao encontro das memórias e dos discursos da autonomia insular. O Arquipélago Da Madeira

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Ao encontro das memórias e dos discursos da autonomia insular. O Arquipélago Da Madeira

C Autonomia 01

Cadernos Memória da Autonomia: 01

Ao encontro das memórias e dos discursos da autonomia insular.  O Arquipélago Da Madeira

Para nós, a História e a Memória da Autonomia apresenta-se sob duas formas: a memória dita oficial/institucional, que também pode ser entendida como Histórica/documental, que se reporta a informação e documentação gerada no quadro político e institucional e a aquela que designamos como memória pessoal/individual, fruto das vivências e anseios de cada madeirense. Não se trata de formas divergentes, na medida em que se completam e definem o quadro daquilo que foi, para nós, a História da Autonomia.
A Memória da Autonomia deve ser entendida nessa dupla dimensão. Não podemos esquecer a aportação de Maurice Halbwachs com a ideia e conceito de memória coletiva “A memória é constituída por indivíduos em interação, por grupos sociais, sendo as lembranças individuais resultado desse processo.” Neste processo de rememorização desta memória, não devemos esquecer a influência que assume na construção da identidade.

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Acerca do Autor

Alberto VieiraInvestigador-Coordenador na área da História, é licenciado e doutorado em História. Foi diretor do CEHA e coordenador de vários seminários e encontros na âmbito das Ciências Sociais e Humanas. Como insular, é um defensor da Nissologia/Nesologia como “ciência para a investigação e estudo das ilhas”. É o coordenador do projeto “MEMÓRIA”.Ver todos os posts por Alberto Vieira →

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