A propósito

Acabo de ler isto:

<Gosto muito das linhas que Certeau escreve (…): <O quotidiano é o que nos revela mais intimamente… é uma história a meio caminho de nós mesmos, quase em retrato, por vezes velado ; não devemos esquecer este <mundo-memória>, segundo a expressåo de Péguy. A tal mundo estamos presos pelo coração,  memória olfativa, memória dos lugares de infancia, memória do corpo, dos gestos, dos prazeres…O que interessa ao historiador do quotidiano é o invisível>. 
Mendonça, JoséTolentino, 2012,  Nenhum caminho será longo, p.84.

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Acerca do Autor

GMProfessor do Ensino Básico, é licenciado em Ciências da Educação com uma pós graduação em Estudos Políticos e Sociais. Foi jornalista em vários órgãos de comunicação social regionais e nacionais. É autodidata em artes gráficas e desenho de páginas web.Ver todos os posts por GM →

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