EM ESPERA

Algures, na cidade, numa mansarda que o tempo esqueceu, moram histórias escondidas…

Naquele tempo, o bordado era o outro lado da vida, aquele que permitia (sobre)viver à luta de cada dia, na conquista do pão que a terra (nem sempre) dá.

Hoje, nesta casa de bordados que já não o é, estão memórias: são objetos, restos de linho, selos espalhados pelo chão, luzes azuis de anil, cheiros de infância…

É o tempo em modo de espera.  Cristalizado. Bem no centro do Funchal.

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Acerca do Autor

GMProfessor do Ensino Básico, é licenciado em Ciências da Educação com uma pós graduação em Estudos Políticos e Sociais. Foi jornalista em vários órgãos de comunicação social regionais e nacionais. É autodidata em artes gráficas e desenho de páginas web.Ver todos os posts por GM →

  1. São memórias…Umas choramos de rir, outras choramos de tristeza…

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