Memórias da pele

As memórias colam-se à pele. Escrevem-se nela. São memórias da vida e do mar. São memórias de um tempo em que o enjoo passava com pão molhado na água salgada. São memórias da Machiqueira a levar e a trazer passageiros da cidade para Machico, de Machico para a cidade. São memórias de lanchas e de pescarias, da vida.
O Mestre João contou-as na primeira pessoa. Os olhos ainda navegam. Como a lua, quando a tempestade se forma no fundo do mar.

                                                                                       Mestre João, CEHA, 23 de setembro.

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Acerca do Autor

GM

Professor do Ensino Básico, é licenciado em Ciências da Educação com uma pós graduação em Estudos Políticos e Sociais. Foi jornalista em vários órgãos de comunicação social regionais e nacionais. É autodidata em artes gráficas e desenho de páginas web.

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