Mobilidades e identidades [uma nota-relato]

Com que linhas se tece a história das Mobilidades Humanas?
Ao longo destes dois dias, pensámos nestas coisas de “ires” e de “vires”, pensámos, no CEHA,  na forma como as mobilidades nos modificam e alteram os nossos olhares.
Por aqui passaram investigadores de áreas diferentes, estudantes, professores que partilharam saberes, que acenderam debates, que ajudaram a refletir sobre quem somos, sobre a forma como percecionamos o mundo e os outros.
No auditório do CEHA, contámos com duas conferências: Migrações enquanto processo de transformação de vida  e Mobilidades – marcas públicas de uma redefinição identitária e com um conjunto de comunicações organizadas em três eixos: Identidade, imaginário e viagem; Identidade, escrita e memóriaIdentidade, migração e cidadania.
Contámos com a participação de um público muito eclético que partilhou experiências, que desencadeou outros debates.
Na memória da ilha, há muitas mobilidades. Na memória de cada madeirense, há despedidas e barcos, num Porto que quisemos associar a este Colóquio, enquanto Evocação do Centenário da Junta Autónoma das Obras do Porto Funchal; há partidas e há chegadas, há países onde se acredita que a vida é melhor do que aqui e há a guerra colonial que obrigou a muitas saídas e alterou identidades.
Neste Colóquio, o futuro. E o passado. Este que o Sr. Martinho nos trouxe, devidamente organizado.

Neste colóquio, o presente, um contributo. O nosso.

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Acerca do Autor

GMProfessor do Ensino Básico, é licenciado em Ciências da Educação com uma pós graduação em Estudos Políticos e Sociais. Foi jornalista em vários órgãos de comunicação social regionais e nacionais. É autodidata em artes gráficas e desenho de páginas web.Ver todos os posts por GM →

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