Newsletter 57: Eu tenho uma carta escrita

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É em nome do amor e da vontade de se casar que Cândido decide ir estudar para Lisboa. Mesmo que custe. Mesmo que a ausência doa – e doerá durante cinco longos anos em que só vem à Ilha, a Terceira, durante as férias de verão. É na carta de 30 de julho de 1927 que se tem conhecimento dessa resolução.
Os primeiros textos de Maria revelam a dor do amor, o sofrimento, o desespero, as lágrimas, a loucura, o ciúme. Depois, com a aproximação da partida, a antecipação da saudade, do «como-posso-viver-sem-ti?».

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Acerca do Autor

GMProfessor do Ensino Básico, é licenciado em Ciências da Educação com uma pós graduação em Estudos Políticos e Sociais. Foi jornalista em vários órgãos de comunicação social regionais e nacionais. É autodidata em artes gráficas e desenho de páginas web.Ver todos os posts por GM →

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