Soldados da paz

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É quando chega o verão que nos lembramos mais dos soldados da Paz. Associamo-los, sobretudo, aos fogos florestais.
Nem sempre, porém, lhes damos o devido valor. Esquecemo-nos, muitas vezes, das dificuldades por que passam, das vidas que têm, do modo como lhes custa despedir-se das famílias, nos momentos de maior perigo.
Fomos aos quarteis. Falamos com bombeiros. Recolhemos memórias e histórias de vida. E encontramos a humanidade destas mulheres e destes homens que “avançam, quando todos fogem”, que salvam pessoas, animais e bens, que enfrentam o medo, porque o medo tem de ser olhado de frente e resolvido, na hora de ir.
Ouvimos a sirene e apercebemo-nos da pressa, das tomadas de decisões, do “tem de ser, já!”
É essa a matéria do nosso olhar, este mês de junho. Para que não se esqueça. Para que se olhe para estes homens e estas mulheres como guardiões das nossas vidas, das nossas casas e da nossa terra.

São:

  • Bombeiros Voluntários Madeirenses
  • Corpo de Bombeiros Sapadores do Funchal
  • Bombeiros Voluntários de Câmara de Lobos
  • Bombeiros Municipais de Santa Cruz
  • Bombeiros Municipais de Machico
  • Bombeiros Voluntários da Calheta
  • Bombeiros Voluntários da Ribeira Brava
  • Bombeiros Voluntários de Santana
  • Bombeiros Voluntários do Porto Santo
  • Bombeiros Voluntários de São Vicente e Porto Moniz

Estão perto de nós. São nossos vizinhos. Podemos contar com eles!

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Acerca do Autor

Graça AlvesLicenciada em Línguas e Literaturas Modernas, é professora do ensino Secundário e tem participado em diversos projetos literários. Está destacada no Centro de Estudos de História do Atlântico, onde tem desenvolvido trabalhos ligados à literatura e às histórias de vida.Ver todos os posts por Graça Alves →

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