Newsletter 69: De mobilidades,  das ilhas e do mundo

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Há um ano, no Fórum Madeira Global, sublinhou-se a vocação atlântica de Portugal e a ...

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Newsletter 68: Em junho…  São João e S. Pedro

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O decreto 366/70, de 6 de agosto, estabelece o dia 24 de junho como o feriado municipal do Porto ...

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O PORTO SANTO E A MADEIRA. O DESCOBRIMENTO PORTUGUÊS

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Parece ser consensual a ideia que o arquipélago não foi descoberto – porque já era ...

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Newsletter 67: Dia Internacional das Histórias de Vida

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O dia Internacional das Histórias de Vida foi institucionalizado em 2008, pela Rede Internacional ...

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Newsletter 66: Há mouro na costa…

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Serve esta expressão popular para fazer memória de muitas dores do Porto Santo, das investidas de ...

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Newsletter 65: Um lugar de Colombo  e outras histórias

Newsletter 65: Um lugar de Colombo e outras histórias

Cristóvão Colombo inscreveu o seu nome na História do Porto Santo. Quem foi esta personalidade? ...

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Descobrir!

Memória das Gentes que fazem a História.

roma-fruto450x338Como [se fosse] uma romã

A romã é a Memória das gentes, das Mobilidades e da Autonomia. Una, coroada, é composta por uma multiplicidade de sementes que se guardam em bolsas individuais (histórias de vida), ligadas entre si, por uma membrana branca (documentos e registos) que as organiza.
Cada pessoa, com a sua história, com os retratos, os objetos e os documentos que foi guardando, ao longo da vida, contribui para esta Memória coletiva. A casca da romã transforma-se, então, num guarda-memória das memórias das gentes. Só então, a História fica completa, porque com gente dentro e com alma dentro da gente.
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Memória: Um projeto com três dimensões

MEMÓRIA (das gentes que fazem a História) dá protagonismo ao indivíduo, enquanto agente do processo histórico. Preservar e transmitir valores e experiências, salvaguardando a memória individual e coletiva constitui a missão de fixar este registo nas páginas da História da Madeira.

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NONA ILHA é o registo da diáspora dos madeirenses e dos porto-santenses. Estamos a reunir, registar e guardar histórias de vida, cartas, postais, fotografias, documentos. Da união entre os que partiram e os que ficaram é possível criar uma sociedade diferente, onde todos têm lugar.

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Memória da AUTONOMIA regista e salvaguarda os testemunhos e as vivências dos madeirenses, de ontem e de hoje. Perpetuar essas vozes e anseios é um dever de todos. A História da Autonomia faz-se a cores, com pessoas, sentimentos, desejos e também desilusões.

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… um azul de anil

 Janeiro tem manhãs de céu azul … cristalino … e o sol, mesmo mais alto, aquece a cidade … e …

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Um postal… de ontem

Há gavetas que guardam o tempo. Mesmo sem memória, porque não se conhece as pessoas, porque não se conhece o …

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agora e no passado…..

Hoje recuamos ao século XIX … a meados do século mais concretamente… a um tempo em que a cidade do …

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De regresso… em Dia de Reis

De volta. À  procura de mais memórias das Gentes que fazem a História. Em véspera de Reis…Apenas para recordar. Das Festas, …

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Newsletter 23. Quase na Festa. Espiritualidade(s)

Às portas do Natal, logo que dezembro se abre, na Ilha, a Festa acende-se. Os autores madeirenses permitem-nos descobrir o …

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…. estamos quase na FESTA!!!

A festa vem sempre embrulhada de magia… e todos os meninos e meninas (para todo o sempre) enfeitam, com carinho e com …

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1º Dezembro

1 de dezembro… Dantes, era feriado. As paredes da cidade amanheciam pintadas. Os estudantes do  Liceu tinham passado a noite …

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Newsletter 22 – Mobilidades e Insularidades

A Madeira foi sempre um lugar de partidas e chegadas: era um oásis no meio do mar – tinha uma …

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Paisagens…

 Talvez por este tempo de outono, em que as Babosas rasgam as rochas, o mar despenteia o calhau… sereno.A cidade …

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Por falar em impostos…

Estávamos no princípio do século XX. O tempo era de dificuldades… Tal como hoje, o dinheiro… Tal como hoje, os …

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