Estamos desde 2012 no terreno

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Estamos desde 2012 no terreno. O nosso papel enquanto caçadores de histórias (Galeano, 2017) e de ...

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Newsletter 73: Sobre agricultura e outras coisas

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A História da Agricultura na Madeira será o grande desafiopara 2019. Ao longo deste ano, ...

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Newsletter 72: Como um balanço

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Ao longo de 2018, a equipa do projeto “Memória das Gentes que fazem a História /Nona Ilha”, ...

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Newsletter 71: De portas abertas – Identidades

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Entre 23 e 26 de outubro, organizamos o I Colóquio Internacional, “Memória e Identidade ...

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Newsletter 70: De portas abertas

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Perante a desmemória e o esquecimento dos tempos atuais, é preciso “lembrar para não ...

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Newsletter 69: De mobilidades,  das ilhas e do mundo

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Há um ano, no Fórum Madeira Global, sublinhou-se a vocação atlântica de Portugal e a ...

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Descobrir!

Memória das Gentes que fazem a História.

roma-fruto450x338Como [se fosse] uma romã

A romã é a Memória das gentes, das Mobilidades e da Autonomia. Una, coroada, é composta por uma multiplicidade de sementes que se guardam em bolsas individuais (histórias de vida), ligadas entre si, por uma membrana branca (documentos e registos) que as organiza.
Cada pessoa, com a sua história, com os retratos, os objetos e os documentos que foi guardando, ao longo da vida, contribui para esta Memória coletiva. A casca da romã transforma-se, então, num guarda-memória das memórias das gentes. Só então, a História fica completa, porque com gente dentro e com alma dentro da gente.
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Memória: Um projeto com três dimensões

MEMÓRIA (das gentes que fazem a História) dá protagonismo ao indivíduo, enquanto agente do processo histórico. Preservar e transmitir valores e experiências, salvaguardando a memória individual e coletiva constitui a missão de fixar este registo nas páginas da História da Madeira.

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NONA ILHA é o registo da diáspora dos madeirenses e dos porto-santenses. Estamos a reunir, registar e guardar histórias de vida, cartas, postais, fotografias, documentos. Da união entre os que partiram e os que ficaram é possível criar uma sociedade diferente, onde todos têm lugar.

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Memória da AUTONOMIA regista e salvaguarda os testemunhos e as vivências dos madeirenses, de ontem e de hoje. Perpetuar essas vozes e anseios é um dever de todos. A História da Autonomia faz-se a cores, com pessoas, sentimentos, desejos e também desilusões.

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QUEM ÉS TU? …

Bombeiros CLobos Destaque

“A abnegação é o mais nobre dos sentimentos.” João DE DEUS [Dedicado à briosa Corporação dos Bombeiros Municipais, na noite …

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Quando os objectos são memória…

Bombeiros Capacete Dest

Não. Já não se usa. Mas estes objetos faziam parte do dia-a-dia dos quartéis de bombeiros. Ao toque da sirene, …

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Outra memória

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A 25 de agosto de 1947, a cidade do Funchal festejou com “modéstia mas significância” o dia do Bombeiro. A …

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Sobre a palavra “Bombeiro”

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A origem do vocábulo “bombeiro” tem, indubitavelmente, origem na língua francesa, no seu vocábulo “pompier”, produto de um outro mais …

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Soldados da paz

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É quando chega o verão que nos lembramos mais dos soldados da Paz. Associamo-los, sobretudo, aos fogos florestais. Nem sempre, …

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Newsletter 55. Na’me esquece

Memoria News 55 Capa

Na’me esquece. Chama-se assim aquela que é a mais recente publicação do Projeto Memórias. Ao longo deste mês de maio, …

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Jana

Jana

Jana fez-se rapaz. Assim, sem escolha. A vida escolheu por ele. Começou na mergulhança pela mão do Anão. Não havia …

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Cartas: António e Margarida

Carta De D.

1974 abril. António (nome fictício) está em Moçambique, na tropa. Margarida (nome criado, também) estuda e trabalha na Madeira. São …

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16 de maio – Dia Internacional das Histórias de Vida

DIHVida 08

No CEHA, a tarde de 3ª feira  foi de histórias, de memórias, de vidas contadas e cantadas. Dos Açores, veio …

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Caderno Memória 04: Eu tenho uma carta escrita

C Memoria 04 Carta Capa

Entre 1924 e 1933, Cândido Pamplona Forjaz e Maria do Livramento Lacerda Mesquita Abreu trocaram cartas entre Lisboa, os Açores, o …

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