Newsletter 57: Eu tenho uma carta escrita
A Revolta da Madeira…

A Revolta da Madeira…

A instabilidade política nacional e o afrontamento entre os vários sectores políticos nacionais ...

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Os dias…

Os dias…

De Maria do Livramento: que vai à missa, que vai à costureira, que vai ao ténis, ao cinema, ao ...

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Sobre o amor e a distância

Sobre o amor e a distância

“parece-me bem que apesar de não termos inventado o Amor, a verdade é que sempre fomos um pouco ...

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Eu tenho uma carta escrita
Caderno Memória 06: Da ilha e da natureza em fúria

Caderno Memória 06: Da ilha e da natureza em fúria

O discurso literário pode (e deve) ser uma fonte fundamental para a compreensão do mundo, ...

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Descobrir!

Memória das Gentes que fazem a História.

roma-fruto450x338Como [se fosse] uma romã

A romã é a Memória das gentes, das Mobilidades e da Autonomia. Una, coroada, é composta por uma multiplicidade de sementes que se guardam em bolsas individuais (histórias de vida), ligadas entre si, por uma membrana branca (documentos e registos) que as organiza.
Cada pessoa, com a sua história, com os retratos, os objetos e os documentos que foi guardando, ao longo da vida, contribui para esta Memória coletiva. A casca da romã transforma-se, então, num guarda-memória das memórias das gentes. Só então, a História fica completa, porque com gente dentro e com alma dentro da gente.
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Memória: Um projeto com três dimensões

MEMÓRIA (das gentes que fazem a História) dá protagonismo ao indivíduo, enquanto agente do processo histórico. Preservar e transmitir valores e experiências, salvaguardando a memória individual e coletiva constitui a missão de fixar este registo nas páginas da História da Madeira.

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NONA ILHA é o registo da diáspora dos madeirenses e dos porto-santenses. Estamos a reunir, registar e guardar histórias de vida, cartas, postais, fotografias, documentos. Da união entre os que partiram e os que ficaram é possível criar uma sociedade diferente, onde todos têm lugar.

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Memória da AUTONOMIA regista e salvaguarda os testemunhos e as vivências dos madeirenses, de ontem e de hoje. Perpetuar essas vozes e anseios é um dever de todos. A História da Autonomia faz-se a cores, com pessoas, sentimentos, desejos e também desilusões.

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O MUNDO À JANELA

– Nasci nesta casa. De volta à Rua de Santa Maria, L. percorre a calçada, a lembrar a infância, as …

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Mais histórias do calhau….

Hoje o dia começou cedo!!! Às 7.30h o encontro estava marcado. Em frente à Sé! O senhor Augusto António ( …

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Adeus, até ao meu regresso

No mato, muito para lá dos sonhos, os rapazes esperam. África é uma prisão. O tempo passa no vagar do …

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HISTÓRIAS DO CALHAU

 …. curiosidades …   … os bomboteiros iam às Casas de Bordados buscar mercadoria para vender nos navios. Traziam as …

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O palacete da Rua das Mercês

Júlia Nunes viveu na Rua das Mercês, nº 8, no Funchal [hoje, sede do Centro de Estudos de História do …

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HISTÓRIAS DO CALHAU 2

                       [LEMBRANÇAS DA GUERRA]  Era um menino ainda. Teria uns sete ou oito anos, não mais… a guerra fazia-se lá …

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Nós somos o lugar onde estamos

… e porque quando saímos para falar com as pessoas, esbarramos em lugares, em ruas, em casas, em pedaços de …

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UM CONTADOR DE HISTÓRIAS….DA VIDA

O Sr. Augusto António é um contador de histórias. Pausadamente, ao ritmo da memória, recua até à Rua de Santa …

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uma carta misteriosa

A vida também se completa com os imprevistos … com os acontecimentos inesperados que chegam ao nosso colo …. A …

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