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Memória das Gentes que fazem a História.

roma-fruto450x338Como [se fosse] uma romã

A romã é a Memória das gentes, das Mobilidades e da Autonomia. Una, coroada, é composta por uma multiplicidade de sementes que se guardam em bolsas individuais (histórias de vida), ligadas entre si, por uma membrana branca (documentos e registos) que as organiza.
Cada pessoa, com a sua história, com os retratos, os objetos e os documentos que foi guardando, ao longo da vida, contribui para esta Memória coletiva. A casca da romã transforma-se, então, num guarda-memória das memórias das gentes. Só então, a História fica completa, porque com gente dentro e com alma dentro da gente.
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Memória: Um projeto com três dimensões

MEMÓRIA (das gentes que fazem a História) dá protagonismo ao indivíduo, enquanto agente do processo histórico. Preservar e transmitir valores e experiências, salvaguardando a memória individual e coletiva constitui a missão de fixar este registo nas páginas da História da Madeira.

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NONA ILHA é o registo da diáspora dos madeirenses e dos porto-santenses. Estamos a reunir, registar e guardar histórias de vida, cartas, postais, fotografias, documentos. Da união entre os que partiram e os que ficaram é possível criar uma sociedade diferente, onde todos têm lugar.

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Memória da AUTONOMIA regista e salvaguarda os testemunhos e as vivências dos madeirenses, de ontem e de hoje. Perpetuar essas vozes e anseios é um dever de todos. A História da Autonomia faz-se a cores, com pessoas, sentimentos, desejos e também desilusões.

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O Bomboteiro[ nas palavras de Carlos Fino]

o bomboteiro vem a bordo traz a ilha nos dedos   só não sabe bem que memória varou o casco …

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UM BOMBOTEIRO – LUIS DA MOTA

Luis da Mota é (ainda) bomboteiro, filho de bomboteiro: – o meu pai morreu a bordo do vapor do Cabo. …

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Memórias de maio [evocações]

Às nossas mãos chegaram versos da Ponta de Sol, datados de 1 de maio de 1938, devidamente assinados por duas …

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Às avessas

Um casamento por procuração. Um baú cheio de sonhos misturados com o dote num vapor do Cabo. Um homem de …

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PEDAÇOS DA HISTÓRIA DE T. [gentilmente cedidos pela própria]

                               (n. Caracas, 1952) 1957 – 1ª vinda à Madeira – paquete Vera Cruz: “Ao chegar cá é que não …

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Madrinhas de guerra – anjos que adoçavam o medo….

  XXXXXXXXX , o cavaleiro do ar, soldado para-quedista n.º xxxxx, em XXXX [Angola, Moçambique, Guiné….] , deseja corresponder-se com …

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Na guerra – as madrinhas

Zélia Sousa sorri. Sim, foi madrinha de dois soldados. Não, não deu em casamento. Numa conversa descontráida, conta dessa amizade …

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Um tesouro

[excerto de uma carta de Maria da Conceição XX ao marido emigrado no Curaçao.] Lugar de Baixo, 16 de Junho …

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CUMPRIMOS

E quando o tempo se imobiliza durante três anos? E quando se arrumam projetos, na incerteza de os concretizar? E …

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