Newsletter 58: Venezuela…
Escritas femininas

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Em maio, o Projeto Memórias… foi a Viana do Castelo participar num encontro sobre Escritas ...

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Newsletter 57: Eu tenho uma carta escrita
A Revolta da Madeira…

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A instabilidade política nacional e o afrontamento entre os vários sectores políticos nacionais ...

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Os dias…

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De Maria do Livramento: que vai à missa, que vai à costureira, que vai ao ténis, ao cinema, ao ...

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Sobre o amor e a distância

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“parece-me bem que apesar de não termos inventado o Amor, a verdade é que sempre fomos um pouco ...

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Descobrir!

Memória das Gentes que fazem a História.

roma-fruto450x338Como [se fosse] uma romã

A romã é a Memória das gentes, das Mobilidades e da Autonomia. Una, coroada, é composta por uma multiplicidade de sementes que se guardam em bolsas individuais (histórias de vida), ligadas entre si, por uma membrana branca (documentos e registos) que as organiza.
Cada pessoa, com a sua história, com os retratos, os objetos e os documentos que foi guardando, ao longo da vida, contribui para esta Memória coletiva. A casca da romã transforma-se, então, num guarda-memória das memórias das gentes. Só então, a História fica completa, porque com gente dentro e com alma dentro da gente.
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Memória: Um projeto com três dimensões

MEMÓRIA (das gentes que fazem a História) dá protagonismo ao indivíduo, enquanto agente do processo histórico. Preservar e transmitir valores e experiências, salvaguardando a memória individual e coletiva constitui a missão de fixar este registo nas páginas da História da Madeira.

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NONA ILHA é o registo da diáspora dos madeirenses e dos porto-santenses. Estamos a reunir, registar e guardar histórias de vida, cartas, postais, fotografias, documentos. Da união entre os que partiram e os que ficaram é possível criar uma sociedade diferente, onde todos têm lugar.

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Memória da AUTONOMIA regista e salvaguarda os testemunhos e as vivências dos madeirenses, de ontem e de hoje. Perpetuar essas vozes e anseios é um dever de todos. A História da Autonomia faz-se a cores, com pessoas, sentimentos, desejos e também desilusões.

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REFLEXÃO

La historia oral es la historia hablada: el registro de los recuerdos irrepetibles y las historias de vida de la …

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Mobilidades: de memórias e de afetos (não) reza a história?

Foi disto que falámos, ontem, na conferencia que fomos fazer aos formandos do Curso EFA – B3B, da Escola da …

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HISTÓRIAS DE GUERRA E DE PAZ (PARTE 2) – E a guerra, Sr. F.? – Não gosto de me lembrar. …

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Histórias de guerra e de paz (parte1)

Ontem, estive com o Sr. F. Tem um sorriso doce, o Sr. F. À volta da mesa, as palavras soltaram-se-lhe …

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OUTRA(S) HISTÓRIA(S)

Entre o amor e uma carreira na Alemanha, escolhi o amor. Muitas pedras da minha casa foram ganhas a cantar. …

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Uma carta que a literatura guardou

Maria de Jasus: Gracas a Deus vua indo bem na casa. Os patroes so no sabado e que vem ao …

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Encontrei isto. Era o tempo a sair do álbum e a contar do meu avô que conhecia o mundo e …

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Escrevi:   O tempo passou. Doce. Tão doce. Uma espécie de algodão de feira, uma gargalhada clara, apagada rapidamente pelo …

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Memórias são como cerejas

Teresa Valério partilhou connosco uma parte de si. A sua escrita. Palavras aconchegadas pelas memórias do Norte da Ilha, o …

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Num almanaque: a vida….

Estamos em 1953. Um Almanaque Popular serve de diário pessoal de uma mulher. Nele, a lápis, numa letra corrida, informações, …

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