Sobre Meninos Jesus

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Na Festa, as casas madeirenses transfiguram-se. Cedo. Para que o espírito de Natal vá chegando, ...

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Newsletter 61: A Venezuela entre o presente e o passado

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É incontestável que, no quadro histórico das mobilidades madeirenses, a Venezuela foi um dos ...

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Newsletter 60: Patrimónios

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Estivemos nos Açores. Participamos no I ENCONTRO DE BOAS PRÁTICAS EM INVENTÁRIO MUSEOLÓGICO – ...

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Newsletter 59: Madeira e Gibraltar

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O Projeto Memória das Gentes que fazem a História, enquanto guardião das histórias de vida que ...

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Newsletter 58: Venezuela…
Escritas femininas

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Em maio, o Projeto Memórias… foi a Viana do Castelo participar num encontro sobre Escritas ...

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Descobrir!

Memória das Gentes que fazem a História.

roma-fruto450x338Como [se fosse] uma romã

A romã é a Memória das gentes, das Mobilidades e da Autonomia. Una, coroada, é composta por uma multiplicidade de sementes que se guardam em bolsas individuais (histórias de vida), ligadas entre si, por uma membrana branca (documentos e registos) que as organiza.
Cada pessoa, com a sua história, com os retratos, os objetos e os documentos que foi guardando, ao longo da vida, contribui para esta Memória coletiva. A casca da romã transforma-se, então, num guarda-memória das memórias das gentes. Só então, a História fica completa, porque com gente dentro e com alma dentro da gente.
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Memória: Um projeto com três dimensões

MEMÓRIA (das gentes que fazem a História) dá protagonismo ao indivíduo, enquanto agente do processo histórico. Preservar e transmitir valores e experiências, salvaguardando a memória individual e coletiva constitui a missão de fixar este registo nas páginas da História da Madeira.

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9ilha-logo-250x250

NONA ILHA é o registo da diáspora dos madeirenses e dos porto-santenses. Estamos a reunir, registar e guardar histórias de vida, cartas, postais, fotografias, documentos. Da união entre os que partiram e os que ficaram é possível criar uma sociedade diferente, onde todos têm lugar.

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Memória da AUTONOMIA regista e salvaguarda os testemunhos e as vivências dos madeirenses, de ontem e de hoje. Perpetuar essas vozes e anseios é um dever de todos. A História da Autonomia faz-se a cores, com pessoas, sentimentos, desejos e também desilusões.

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Abril – O mês da esperança

CF Cabecalho 1

Abril, mês em que se abriram as portas da Democracia em Portugal, lançando a semente da esperança num mundo melhor. …

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Newsletter 53: Fragmentos

Memoria News 53

Às vezes, basta um postal ou uma fotografia para fazer prova. De vida. De saúde. De sucesso. Às vezes, basta …

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Na minha casa havia…

Silvinaribeiro 01

Na minha casa havia dois portões de ferro: um era pequeno e era o que utilizávamos para entrar; o outro …

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Não há ponto sem nó

Sofiamaul 02

Não há ponto sem nó, nem conto sem avó. Nasci aqui na ilha e cresci ao som de vozes em …

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Caderno Memória 03: O poio na humanização do território e na construção da agricultura madeirense

C Memoria 03 Poio

A Madeira protagonizou um papel importante na História da Agricultura no Espaço atlântico, catapultando a agricultura europeia para o mundo …

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Cadernos Madeira-Rota do Ouro Branco – 01: “Em torno da “Economia do Céu”

Sjeronimo Museuartesacra

A economia tradicional assenta nas trocas que se operam no mercado, baseadas no valor dos bens e serviços, enquanto a …

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Os usos do bilhete-postal

Bilhetepostal Madeira 4

O bilhete-postal surgiu como meio de comunicação para pequenas mensagens. Difundido por todo o planeta, raras são as pessoas que …

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Fragmentos do Ultramar

Diogo Moçambique Destaque

Durante a Guerra do Ultramar, há envelopes que transportam a vida da Ilha (ou da Metrópole) para as Áfricas ou …

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Bandeiras Cruzadas: memória e identidade

Madeira Venezuela

“Origens islenhas (…) somos parte da condição insular. Somos gente nascida na infância eterna da nossa ilha. (…) o azul …

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Fragmentos…

Ceha Casa 1985 11 18 01

Às vezes, basta um postal ou uma fotografia para fazer prova. De vida. De saúde. De sucesso. Às vezes, basta …

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